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Kokini: Restaurante turco em Cascais


O Kokini, em Cascais, foi pensado para reproduzir o ambiente descontraído de uma casa turca, com comida para partilhar. Quem lá chega é sempre recebido com água de colónia para lavar as mãos, uma tradição comum na Turquia.

O restaurante abriu em 2025, junto do parque do Largo Maestro Taborda, em Cascais, com o objetivo de apresentar aos clientes uma cozinha turca de inspiração caseira e, ao mesmo tempo, aproximá-los da cultura da Turquia. 

O projeto foi criado por Turgay Gülay, natural de Istambul, que se mudou para Portugal depois de uma carreira ligada ao cinema, onde trabalhou como realizador e guionista, e nasceu da vontade de recriar a experiência das refeições partilhadas que fazem parte do quotidiano turco.

O próprio nome do restaurante está ligado à família do fundador. Kokini era a alcunha da mãe de Gülay, que praticava lançamento do disco, e é também o nome de uma flor de inverno. A identidade do espaço foi desenvolvida em família: a arquitetura ficou a cargo de Elif Deniz Gülay, filha do proprietário.

No interior, a decoração segue uma linha minimalista, com mobiliário simples e fotografias a preto e branco de Istambul nas paredes. O resultado é um espaço de ambiente intimista, pensado para refeições demoradas e para a partilha de vários pratos. A experiência pode ainda ser acompanhada por música, partidas de gamão, café turco ou rakı, uma bebida tradicional.

A cozinha também é marcada pela diversidade gastronómica do país. A carta reúne receitas e influências de diferentes regiões, entre referências otomanas, anatólias, do Egeu e do Levante. A proposta passa sobretudo por pratos para dividir, com uma seleção de mezzes frios e quentes, sopas, carnes e receitas de confeção lenta.

Entre as entradas encontram-se a sopa de lentilhas, o mezze frio, as folhas de videira recheadas (ou dolma), as almôndegas de lentilhas, e muito mais. Nos pratos principais, uma das sugestões é o frango com castanhas.

Há também cordeiro no forno, almôndegas Köfte, os tradicionais Mantı e o Kavurma, um guisado de carne típico da cozinha turca. Para quem quiser provar várias receitas numa só refeição, existe ainda um prato de degustação.

A carta inclui opções mais leves, como a salada verde, a salada de queijo feta, a de atum e a de salmão. Para terminar, a oferta de sobremesas inclui clássicos turcos como o baklava.

(Fonte: NIT)

Listambul: Gastronomia turca em Lisboa


O restaurante, que fica num edifício histórico no Campo de Santa Clara, foi aberto por um casal turco que se apaixonou por Lisboa.

“Sentia-me feliz em Portugal e consegui imaginar-me a viver aqui e a ter um negócio”. É assim que Celine Serter explica à NiT a decisão de vir morar para o nosso País, em 2022. Na bagagem trouxe a experiência em cozinhas internacionais e a vontade de ter um espaço onde pudesse servir os pratos que estão ligados às suas raízes turcas. Foi assim que, em 2023, abriu o Listambul em Lisboa. 

A história, porém começa bem longe da capital portuguesa. Celine, de 26 anos, nasceu nos Estados Unidos, mas tem raízes turcas. Estudou culinária, passou por cozinhas em Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde teve as primeiras experiências em fine dining. Pelo meio, também estudou na Turquia e nos Estados Unidos. “Sempre soube que queria trabalhar na área da cozinha”.

Foi em 2020, em plena pandemia, que tudo mudou. “O mundo estava fechado e eu não consegui concluir a minha formação numa escola de culinária nos Estados Unidos. Voltei para Istambul e foi aí que conheci o Ege, a trabalhar numa cozinha de um restaurante”. O companheiro, hoje com 30 anos, partilhava a mesma inquietação. “Percebemos que ele não queria ficar na Turquia e eu não queria ficar nos Estados Unidos. Queríamos viver na Europa”. 

A decisão foi rápida, mas não impulsiva. Celine já conhecia Portugal. “Apaixonei-me pelo País. Vi muito potencial aqui, sobretudo para introduzir a cozinha turca, porque há três ou quatro anos não havia muita oferta.” O passo seguinte foi desafiar Ege Vural que estudou cozinha também na Turquia e na Polónia, em Varsóvia. “Perguntei-lhe se queria embarcar neste projeto comigo. Foi muito excitante.”

Mudaram-se em 2022 e demoraram cerca de um ano a preparar tudo. O Listambul abriu no verão de 2023 e desde então tem vindo a crescer. Mais do que um restaurante, o conceito passa por mostrar uma cozinha turca autêntica, mas com um toque contemporâneo. “Queremos provar que a gastronomia turca não é só carne ou kebabs. Temos muitos pratos vegetarianos e de marisco e Portugal tem produtos incríveis nessas áreas”.

Ao mesmo tempo, houve um cuidado em adaptar o menu. “A comida turca é mais condimentada e picante. Tentamos amenizar isso e aproximar-nos de um gosto mais mediterrânico, mais equilibrado. O objetivo é introduzir a nossa cozinha, mas fazer com que as pessoas se identifiquem”. 

Essa ligação também se fez fora do prato. “Lisboa fez-me lembrar Istambul. A cultura de proximidade, a importância da comida e da bebida, o convívio, tudo isso existe aqui. Mas senti que Lisboa era até mais pura e autêntica”, diz Celine. Outro fator decisivo foi o acolhimento. “Nunca me senti como uma estrangeira. As pessoas são muito calorosas, como na Turquia”.

Hoje, essa aposta parece estar a resultar. “As pessoas gostam muito. Temos muitos clientes regulares, alguns nem conheciam a gastronomia turca e agora voltam várias vezes”. O espaço também ajuda: o restaurante está num edifício histórico de 1783, reconstruído após o terramoto de Lisboa. “As pessoas gostam da experiência de estar num sítio com história, rodeado de obras de arte, e ao mesmo tempo provar algo diferente.” 

O Listambul fica localizado perto da Feira da Ladra, no Campo de Santa Clara.  

O menu mistura tradição com criatividade e tem opções para partilhar, pratos principais e sobremesas. Nas entradas frias, há propostas como o hummus com mexilhões ou com cogumelos, servidos com pão pita, e o mezze trio, que junta três especialidades do dia. Também se destaca o labneh caseiro com beterraba, tâmaras e pistáchios ou o dolma, beringela recheada com arroz aromatizado.

Nos pratos quentes, uma das opções mais pedidas é o Yaglama, com pão lavash, carne picada e molho de tomate, ou o Icli Kofte, uma versão de bulgur recheado com carne e servido com molho e iogurte. Há ainda o polvo, com puré de batata-doce roxa e azeitona, e as ribs (costeletas) com beringela. Para quem prefere opções mais leves, a couve-flor assada com tahini e sementes de romã é uma das alternativas vegetarianas.

Entre as bebidas, há uma que se tornou assinatura da casa: a limonada de citrinos. Na carta há também cocktails como o Turkish Coffee Martini ou o clássico Aperol Spritz, além de vinhos portugueses.

Nas sobremesas, destacam-se o milk helva, um creme de leite queimado com abóbora e frutos secos, e o baklava cheesecake, uma fusão entre o doce tradicional turco e o clássico cheesecake.

Para Celine, o mais importante é o que fica depois da refeição. “Não é só a comida. É a experiência completa”. E isso vê-se na forma como os clientes regressam. “É muito bom sentir que as pessoas gostam e voltam. Mostra que estamos no caminho certo”.

O futuro já está a ser pensado. A ideia passa por explorar outra vertente da cultura turca. “Gostávamos de abrir um conceito de street food. Mostrar que também temos os nossos ‘pregos’ e ‘bifanas’, aquilo que se come no dia a dia nas ruas de Istambul.” Para já, o foco continua no restaurante que criaram juntos. Um projeto que nasceu de uma decisão em em plena pandemia, atravessou países e culturas e acabou por encontrar em Lisboa o sítio certo para crescer.

(Fonte: NIT)

Filme "Amor Português" ("Portekiz Aşkı") junta Diogo Morgado e Cansu Dere em Portugal


O filme "Amor Português" (Portekiz Aşkı), realizado por İsmail Şahin, é protagonizado pela atriz turca Cansu Dere e pelo ator português Diogo Morgado e foi gravado em várias localizações portuguesas. 

Conta ainda com a participação de mais alguns atores portugueses, entre eles, Inês Herédia, Marta Faial e Rodrigo Soares. 

Série turca "Beleza Interior" ("Senden Daha Güzel) prestes a estrear na SIC Caras

As novelas turcas têm uma presença cada vez maior na grelha da televisão portuguesa. Uma das responsáveis é a SIC que tem vindo a transmitir diferentes produções. A 29 de novembro, estreia-se mais um projeto inédito em Portugal: “Beleza Interior”.

Ao contrário de outras novelas e séries do género, a obra vai ser disponibilizada na língua original, ou seja, não será dobrada em espanhol ou em português. O primeiro capítulo vai ser exibido na SIC Caras às 17h45.

Transmitida originalmente em 2022, a história acompanha Efsun Armağan, uma jovem dermatologista que vive numa aldeia de Gaziantep com o pai e que, ao descobrir que a mãe — de quem está afastada desde miúda — está internada em Istambul, decide viajar até à cidade. Lá percebe que a progenitora, Pervin Soylu, se tornou uma famosa cirurgiã plástica e que pretende que Efsun assuma a direção da sua prestigiada clínica estética durante a sua ausência, mesmo contra a vontade da filha. 

Ao aceitar, após dias de pressão, vê-se subitamente lançada num mundo completamente diferente: uma clínica moderna, competitiva, cheia de intrigas internas e profissionais egocêntricos. É neste contexto que conhece Emir Demirhan, um dos cirurgiões mais talentosos e populares do local, que inicialmente a encara como uma ameaça e não como colega. A relação entre ambos evolui do conflito para a atração, tal como acontece sempre nas novelas turcas.

A série tem apenas 14 episódios, visto que foi pensada para ser uma “dizi de verão”, nome dado às produções mais curtas e experimentais. Também foi disponibilizada online, onde os episódios acumulavam milhões de visualizações pouco após a estreia.

O elenco conta com atores como Cemre Baysel, Burak Çelik, Berat Yenilmez, Cihan Ercan, Tugçe Kumral e Anil Çelik. Na SIC Caras, os episódios vão ser exibidos diariamente pelas 17 horas.

(Fonte: NIT)

Série turca "Fruto Proibido" ("Yasak Elma") estreou no AXN White


Antes da grande estreia de “Sandokan: The Pirate Prince” com Can Yaman, em outubro no Tribeca Festival Lisboa e, em dezembro, no AXN, chega mais uma série original turca ao Canal português. 

Dia 6 de outubro estreou no AXN White a série “Yasak Elma”, que em português se traduz para “O Fruto Proibido”.

Nos últimos anos, as produções turcas conquistaram o público português com histórias intensas e emocionais, que cruzam temas universais como o amor, a traição e a ambição. O AXN White tem acompanhado esta tendência, apostando em títulos que aliam drama e qualidade de produção. Depois do sucesso de outras estreias internacionais, o canal traz agora “O Fruto Proibido”, uma das séries mais populares da Turquia

Produzida em 2018 pela Med Yapım e com realização de Neslihan Yeşilyurt, a série combina drama e romance. 

A narrativa desta série centra-se em duas irmãs, com ideias muito diferentes e vidas que divergem radicalmente. Zeynep procura uma vida simples, sustentada por princípios éticos e valores morais fortes. Assim, Yildiz ambiciona riqueza e uma vida de luxo, procurando casar-se com um homem rico.

No entanto, a história das duas irmãs muda quando Yildiz conhece a poderosa Ender Argun. A partir daí, começa uma jornada de ambição, intrigas e segredos, com reviravoltas que mudam o destino destas irmãs.

O elenco principal de “O Fruto Proibido” inclui nomes bem conhecidos da ficção turca. Eda Ece, que dá vida a Yildiz, tornou-se popular em séries como “Pis Yedili” e “İlişki Durumu: Karışık”. Sevda Erginci (Zeynep) destacou-se em “Karagül” e “Sevgili Geçmiş”. Onur Tuna, Talat Bulut e Şevval Sam também fazem parte do elenco da série.

A série estreou em 2018 na Turquia e foi um enorme sucesso. A prova disso são as cinco temporadas que sucederam a primeira. Cada temporada tem mais de trinta episódios, exceptuando a primeira, que contou com doze episódios.

A chegada de “O Fruto Proibido” reforça a aposta do AXN em séries turcas, que têm tido uma boa aceitação entre o público português, sobretudo quando incluem histórias de família, poder, segredos e ambições.

De segunda a sexta, no canal AXN White, cerca das 21h25.

(Fonte: Magazine HD)

Série turca “Em Todo o Lado, Tu” ("Her Yerde Sen") chega à televisão portuguesa


Drama, cenas românticas e momentos escaldantes. “Em Todo o Lado, Tu” reúne tudo aquilo que os fãs de novelas turcas procuram e, segundo o “The Guardian”, é mesmo um dos melhores romances do século. A produção, que estreou em 2019, chega agora à televisão portuguesa pela STAR Life, a 8 de setembro, às 21h35.

Os 23 episódios, realizados por Ender Mıhlar, são livremente inspirados na série taiwanesa “Just You”, também ela um sucesso. Desta vez, a história é protagonizada por Furkan Andic e Aybüke Pusat.

“Em Todo o Lado, Tu” acompanha Selin, uma jovem ambiciosa à procura de uma casa para conquistar a sua independência. Já Demir é um empresário que regressa a Istambul após um ano no estrangeiro, decidido a viver na casa onde cresceu.

O problema surge quando ambos compram a mesma propriedade e percebem que cada um detém metade do edifício. Em vez de desistirem, acabam por partilhar o espaço e passam a viver juntos sob o mesmo teto.

O enredo complica-se quando Selin descobre que Demir é também o seu novo chefe. De inimigos assumidos, os dois acabam por se aproximar, surpreendendo todos à sua volta.

O elenco conta ainda com Ali Yağcı, Aslıhan Malbora, Ali Gözüşirin, Deniz Işın, Eylül Su Sapan, Ali Barkın, Cem Cücenoğlu, Fatih Özkan, Ayfer Tokatlı, Aziz Caner İnan, Ayşe Tunaboylu e Binnur Şerbetçioğlu.

No IMDb, a série soma 7,1 estrelas em 10. Entre comentários na plataforma, no Reddit e no X (antigo Twitter), muitos fãs classificam-na como “uma das melhores novelas turcas de sempre”. Em Portugal, os episódios serão transmitidos diariamente às 21h35.

(Fonte: NIT)


Rumi: Sabores da Turquia (e da Palestina) em Lisboa


Hind e Ersin Kurhan, um casal que há três anos fez de Lisboa a sua casa, abriu o restaurante Rumi em Setembro do ano passado, onde especialidades das cozinhas palestiniana e turca convivem numa mesma extensa carta. 

"A Hind e eu conhecemo-nos há quase oito anos em Istambul. Ficámos noivos, casámos, fomos para os Estados Unidos, depois para Toronto, mas aquele não era o nosso lugar, era demasiado frio. Os nossos filhos nasceram e foi aí que decidimos voltar para esta parte do globo", começa por explicar Ersin. Ele é curdo, com raízes na Anatólia Oriental. Hind, por sua vez, nasceu e cresceu em Gaza. "Apaixonámo-nos e decidimos que queríamos ter uma vida juntos. A certa altura, tentámos perceber para onde é que podíamos ir. Um sítio onde não fossemos definidos pela nossa diferença, onde fossemos aceites e nos sentíssemos confortáveis. Os Estados Unidos, decididamente, não eram esse sítio", detalha Hind Kurhan. Para o marido, abrir o próprio restaurante era um sonho e, assim que pisaram em Lisboa, sentiram-se mais perto de concretizá-lo. "Achámos que era o sítio perfeito. Primeiro, porque não existem assim tantos restaurantes turcos que representem bem esta cozinha. Claro que abrir um restaurante é abrir um negócio, mas para nós também é uma forma de nos agarrarmos a algo realmente importante e que é também a nossa casa, da qual estamos separados de uma forma que foge ao nosso controlo. O Rumi é isto", remata a proprietária.

Sobre a mesa, acumulam-se os pequenos pratos. É o mezze – batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente – no seu melhor. Não faltam clássicos como húmus, aqui enriquecido com pinhões torrados (8,50€), o labne (3,50€) ou a própria moussaka, aqui em versão vegana, com cogumelos (12€). O mezze representa praticamente metade do menu e está dividido em frios e quentes. No primeiro capítulo, encontramos o girit ezmesi (8,50€), pasta de feta ou beyaz peynir com pesto de pistáchio. No segundo separador, a intensidade dos sabores sobe de tom – o ali nazik (16€), um puré de beringela fumada, iogurte e alho, ou os rolinhos de musakhan (13€), rolos de massa filo, levemente fritos, com recheio de frango desfiado, cebola caramelizada, pinhões e sumac. 

Para Ersin, é impossível ouvir Adana kebab (17€) sem pensar na Turquia. O prato chega à mesa – uma espetada de carne de borrego e vaca, servido com cebola e pimentos assados. Mais do que uma refeição, está ligado a um ritual de convívio demorado à volta de um grelhador, o ocakbaşı. "Na Turquia, o ocakbaşı está no meio dos restaurantes e é onde se grelha tudo – pimentos, beringelas, cebolas. E enquanto esperam pela comida as pessoas estão ali a conversar, a beber raki (que também se serve aqui, a par com uma lista generosa de vinhos naturais portugueses e cocktails). Dá para ficar um dia inteiro assim", conta.

A ementa tem outras estrelas – umas vêm directamente da grelha, outras são conhecidas como os dumplings turcos, embora o nome oficial seja manti (15€-17€). Há dolma feito com cebola (14€), que é assada no forno e recheada com arroz e carne, e uma versão vegana de sarma (10€), outra iguaria turca feita de folhas de videira, recheadas com arroz, ervas, passas e especiarias. "O que acho mais interessante no nosso menu é o facto de sermos autênticos na forma como fazemos os pratos. O húmus, por exemplo. Tive uma pega com o chef porque queria que o húmus fosse como a minha avó fazia. E o kebab que fazemos, fazemos como os kebabs que crescemos a comer", realça Hind.

O espaço reúne elementos de ambas as heranças culturais. Na segunda sala – a que conduz à fresca esplanada montada nas traseiras, encontramos uma representação da dança rodopiante feita pelos dervixes, criada por Jalaluddin Muhammad Rumi, o poeta do século XIII que inspirou também o nome do restaurante. Da própria casa, o casal trouxe peças e artefactos que apontam o caminho que está para trás. São sobretudo quadros e candeeiros, peças de família que fazem com que aqui, tanto eles como outros conterrâneos se sintam em casa. Embora os almoços tragam clientes ao Rumi, a hora de ponta tem sido mesmo o jantar. Com receitas de família e chefs trazidos da Turquia, o Rumi evoca as raízes, mas também a nova vida dos Kurhan. Ambos admitem que ver a satisfação de clientes portugueses tem um gosto especial.

Rua da Boavista, 122 (Cais do Sodré). 96 314 8016. Seg-Dom 12.00-00.00

(Fonte: Time Out)



Novela turca "Amor Eterno" ("Kardeşlerim") estreia na SIC em maio


“Amor Eterno” acompanha a história comovente de quatro irmãos — Kadir, Ömer, Asiye e Emel — que ficam órfãos após perderem os pais em circunstâncias trágicas. Unidos pela dor mas também por um amor incondicional, os irmãos lutam para sobreviver e manter-se juntos num mundo marcado por desigualdade, traições e segredos obscuros.

Com 443 episódios divididos por quatro temporadas, este original turco estreia ainda este mês na SIC.

(Fonte: A Televisão)

"Istambul e Lisboa - Almas Gémeas". Obra do pintor turco Devrim Erbil no Museu de Lisboa


A partir desta quinta-feira, a exposição permanente do Museu de Lisboa passa a contar com a pintura contemporânea "Istambul e Lisboa - Almas Gémeas", do pintor turco Devrim Erbil.

Esta é uma obra que interliga as duas cidades, revelando símbolos e formas que as caracterizam, em tons de vermelho e verde, aproximando assim duas cidades que podem representar as duas extremidades de uma Europa histórica, no tempo e no espaço.

O Museu de Lisboa situado no Palácio Pimenta, que mapeia a evolução da cidade desde o seu nascimento até ao século XX, passa a contar com uma obra contemporânea que surpreende o visitante, ao aproximar a capital portuguesa da cidade turca.

Fruto de uma parceria entre o Museu de Lisboa, a Embaixada da Turquia e a Museus e Monumentos de Portugal, a exposição desta obra é, também, um modo de celebrar as relações diplomáticas dos dois países, estabelecidas em 1843.

(Fonte: RTP Notícias)


Escritora turca Ayşenur Tanriverdi em residência literária na Casa Vergílio Ferreira-Para Sempre

A escritora turca Ayşenur Tanriverdi, que realizou uma residência literária na Casa Vergílio Ferreira-Para Sempre, publicou um texto sobre a sua experiência em Melo no jornal turco Cumhuriyet Gazetesi.

Ayşenur Tanriverdi considera que a Casa de Vergílio Ferreira não pode ser dissociada da sua conexão com as portas abertas para a rua, com os residentes locais de Melo ou com a beleza onírica da Serra da Estrela.

“Contudo, a maior força da casa reside na sua acessibilidade e na sua abertura, tal como se apresenta actualmente. Ao proporcionar um espaço criativo multidisciplinar que inclui pintura, escultura, música, teatro, cinema, literatura e muito mais, este projecto de ‘turismo literário’ não apenas redefine o conceito de turismo, mas também se estabelece como um guia para desbloquear o ilimitado potencial de energia criativa”, escreve.

Ayşenur Tanriverdin e Gonçalo M. Tavares foram os primeiros autores residentes na Casa Vergílio Ferreira- Para Sempre. Os escritores estiveram na aldeia literária entre os dias 6 e 8 de Dezembro.

(Fonte: Correio da Beira Serra)

Série turca "Kıralık Aşk" na SIC Mulher

A série turca "Love For Rent" ("Kıralık Aşk") vai estrear na SIC Mulher no dia 16 de novembro às 18h50, e será exibida de segunda-feira a quinta-feira, às 23h30.

A história centra-se em Defne, uma jovem que, para salvar o irmão das suas dívidas, é obrigada a aceitar uma proposta arriscada. Ao longo do enredo, Defne enfrenta dilemas emocionais e desafios, tentando equilibrar os seus sentimentos com a necessidade de proteger a sua família.

(Fonte: SIC)

Doğan Duru atua hoje em Lisboa no Hard Rock Cafe

Doğan Duru, nome importante do panorama musical turco, vai atuar hoje, 19 de outubro, no Hard Rock Cafe Lisboa, às 22.30 horas

Mais informações e bilhetes aqui

“Querida Filha”: Novela turca chega à SIC dobrada em português

As séries turcas têm uma presença cada vez mais forte na televisão em Portugal. Na AXN, por exemplo, pode ver o fenómeno “Viola Come Il Mare”, protagonizada por Can Yaman. A partir de 15 de julho, a tendência chega aos canais generalistas, nomeadamente à SIC.

Após o “Primeiro Jornal”, a estação vai começar a transmitir “Kızım”, cujo título foi traduzido para “Querida Filha”. A história acompanha Öykü, uma menina de oito anos que vive com a tia materna e que lida com uma doença grave e rara. Quando a tutora descobre a patologia, abandona-a.

A protagonista parte, então, à procura do pai. Demir é um homem irresponsável e vigarista que foi preso justamente no dia em que a miúda foi abandonada. Eventualmente é liberto sob a condição de que terá de cuidar de Öykü. Inicialmente, não gosta da ideia. Após saber da doença, contudo, muda de atitude e começa a tratá-la de forma apropriada e com muito carinho.

A novela já tinha sido transmitida na SIC Mulher e todos os episódios também podem ser vistos na OPTO. No entanto, há agora uma grande novidade: vai ser dobrada em português, embora ainda não se saiba quem são os atores responsáveis pelas vozes.

O elenco conta com Buğra Gülsoy, Beren Gökyıldız, Leyla Lydia Tuğutlu, Serhat Teoman, Tugay Mercan, entre outros. 

(Fonte: NIT)

Paula Rego: O Banho Turco (1960)

 


1960

Tinta acrílica, grafite e colagem sobre tela (93 cm x 93 cm)

Paula Rego

Turkish Bath [O Banho Turco]

Pera Lisboa: uma nova casa para artistas e não só


Elif e Burak viajaram de Istambul para Lisboa, onde criaram o próprio projecto: um espaço que inclui uma loja, exposições e até um bar. A inauguração está marcada para a próxima quarta-feira.

Elif é designer de jóias, Burak é artista. Estão casados há três anos. Há um ano e meio, fizeram as malas, deixaram Istambul e vieram viver para Lisboa. Cá, nasceu o sonho de conceber um projecto a dois – a Pera Lisboa. Uma casa que é simultaneamente loja, bar, galeria de exposições e espaço de cowork. Acima de tudo, quer ser um ponto de encontro.

“Nunca imaginámos abrir uma loja assim, mas agora é o nosso sonho”, começa por contar Elif. No número 65 da Rua Fernandes Tomás, o espaço do casal turco suscita curiosidade a quem passa. Quando a Time Out bateu à porta, o letreiro ainda não identificava a fachada. Ainda assim, entraram vizinhos e amigos, que não resistiram a dois dedos de conversa. “É toda a gente muito simpática e isso é algo que não esperava”, realça Burak.

Na altura de mudar de cidade, não houve dúvidas que a nova casa seria Lisboa. “Na minha opinião, Portugal é dos países mais tolerantes da Europa, tínhamos medo de vir para um país em que as pessoas tivessem a mente fechada”, explica Burak. Apesar da distância entre Lisboa e Istambul, o casal vê semelhanças entre os dois lugares. Ele vê em Lisboa as partes boas de Istambul, ela adora a mística da cidade. O bom tempo também conquistou o casal, que começou a ter aulas de surf. “Se a loja não estiver aberta é porque estamos a fazer surf”, brinca Elif. 

Neste antigo atelier de pintura, o chão é de pedra, as paredes brancas, e os dois arcos no centro conferem um carácter interessante à arquitectura do espaço. Na parte da frente, fica a loja. Há quimonos da Rasasvada, marca que vive também ela entre Istambul e Lisboa, chapéus mexicanos feitos à mão, malas de pano reciclado da Mah-roc, peças de azulejaria e ainda pigmentos naturais da marca do Burak.

Uma cortina de franjas azul separa a zona de trabalho dos proprietários. O mobiliário é, na sua maioria, vintage. Actualmente, o espaço tem ainda um bar, em madeira escura, da década de 70, vindo directamente do Porto. Do tecto, pende um candelabro, herdado do avô de Elif. “Quero sentir-me em casa”, confessa a designer. O nome do espaço também vai buscar inspiração às raízes turcas de Elif e Burak. Pera, actual Beyoğlu, em Istambul, é o município onde o casal cresceu.   

O espaço está pensado para ser um pouco de tudo mas, sobretudo, para ser utilizado "para fins criativos”. Além de ser uma loja, há planos para começar a receber exposições e workshops, alguns de design de joalharia, dados pela própria Elif, que também expõe aqui peças da sua marca, ExNihilo, à venda na loja. Também haverá eventos de tatuagens e de design 3D. O bar não funciona como paragem nocturna, mas sim como um lugar onde o casal pode receber amigos, sempre que quiserem. “Neste mundo profissional queremos assumir um perfil descontraído, as pessoas podem vir aqui, falar livremente, usar o espaço” e “queremos criar uma comunidade chegada, conectar-nos com os outros, e também explorar coisas diferentes. Não quero fazer apenas joalharia, quero aprender com as pessoas”, explica Elif.

A 15 de Novembro, a par com a abertura do espaço, marcada para as 18.00, inaugura a exposição "Dreams have no titles". Conta com obras de oito artistas internacionais e fica patente até 30 de Dezembro. A Pera Lisboa quer ser uma residência independente, onde a arte é criada com técnicas ancestrais e apresentada numa era moderna.

Rua Fernandes Tomás, 65 (Cais do Sodré). Qui-Seg 11.00-20.00

(Fonte: Time Out)



Séries turcas em Portugal

As séries turcas são um fenómeno em crescimento que também já atingiu Portugal. 

Todas as séries turcas que atualmente podem ser vistas nos canais portugueses ou em serviços de streaming:

AXN White

Pássaro Sonhador (Erkenci Kuş, 2018) – Também conhecida como Pássaro Madrugador ou Daydreamer, esta comédia romântica acompanha a relação entre uma mulher solteira que sonha tornar-se numa escritora de sucesso e um homem aventureiro a tentar salvar a empresa da família. A série estreia a 2 de outubro, com emissões diárias às 21h25.


SIC Caras

Amor Viciado (İyilik, 2022) – A trama centra-se em Neslihan, uma mulher lutadora, casada e com filhos, que alcançou com mérito o seu lugar de topo na empresa da família, e que parece ter tudo o que é preciso para ser feliz: inteligência, beleza, amor e riqueza. No entanto, a verdade é que o pai dela abandonou a família, a mãe é viciada no trabalho e a irmã suicidou-se. De segunda a sexta-feira, às 17h15, é emitido um novo episódio.


SIC Mulher

Redemption (Kefaret, 2020) – A história foca-se numa professora de música do ensino secundário que leva uma vida perfeita com o marido e os filhos. No entanto, a sua vida idílica acaba destruída quando a filha é raptada. Em emissão diária no canal.


The Light of Hope (Bahari beklerken, 2019) – Depois de 11 anos preso injustamente, Ömer recupera a sua liberdade e viaja para os Estados Unidos, onde tenta refazer a sua vida. No entanto, quando se torna num homem influente e poderoso, ele decide regressar à Turquia para se vingar daqueles que o traíram. Em emissão diária no canal.

OPTO

The Boy (Çocuk, 2019) – A série conta a história do pequeno Efe, um menino que foi dado para adoção com a promessa de um futuro melhor. No entanto, ao ser novamente rejeitado, desta vez pela mãe adotiva, a sua felicidade parece não estar para durar muito tempo. A série também está em emissão na SIC Mulher.

Gülperi (2018) – A série conta a dramática história de uma mãe e a sua luta sem perder a esperança de reconquistar os seus três filhos, que vivem com o sogro depois da morte do marido dela e de ter ido presa durante dois anos por uma injustiça.

Abandoned (Çocukluk, 2020) – A série acompanha um grupo de órfãos, liderados pela pequena Mavi, que formam um vínculo sólido com o seu guardião, Mahir.


Querida Filha (Kizim, 2018) – A narrativa conta a história de uma rapariga de oito anos que é abandonada pela tia e descobre que o seu pai é um vigarista, mas a única pessoa que tem na vida. O drama da rapariga atinge o seu auge quando Demir é preso e posteriormente sai em liberdade condicional com a condição de cuidar da filha.

Disney+

A Atriz (Aktris, 2023) – Este drama de suspense tem no centro da narrativa uma famosa atriz turca, Yasemin Derin, que leva há muito tempo uma vida dupla. Durante o dia, por assim dizer, a sua vida é pública, mas à noite navega num mundo obscuro, repleto de segredos.

A Busca (Arayis, 2023) – Nisan é uma mulher infeliz que procura a amiga desaparecida depois de as duas terem assistido a uma sessão de cura. A ‘investigação’ leva-a a descobrir um culto obscuro, mas ao qual não consegue resistir. Isto leva-a numa aventura cheia de incógnitas.


Dizi

A Vida é Boa Quando se Ama (Hayat Sevince Güzel, 2016) – Esta história de amor com um tom cómico é passada numa vila junto ao mar Egeu e centra-se na rivalidade entre dois irmãos da cidade que estão apaixonados pela mesma mulher. A série estreou no Dizi a 4 de setembro.

Doce Mentira (Benim Tatli Yalanim, 2019) – Um misto de romance e comédia, esta série centra-se em Nejat, que foi abandonado pela mulher e decide mentir à filha, que cresceu com a mãe, para não a perturbar. No entanto, à medida que a menina cresce, estas mentiras tornam-se incomportáveis e Nejat sente-se encurralado por elas. No entanto, quando uma nova mulher, Suna, entra nas vidas dos dois, as coisas parecem encaminhar-se finalmente para bom porto. A série estreou no dia 4 de setembro.

Kurt Seyit e Shura (Kurt Seyit ve Şura, 2014) – Baseada num livro com o mesmo nome, este drama centra-se em Kurt Seyit Eminof, um tenente da Crimeia, e em Shura, uma bela jovem de uma família da nobreza russa, que são obrigados a deixar tudo para trás e a escapar para Istambul durante a Revolução Russa. Em emissão diária no canal.


Tempestade de Amor (Zemheri, 2020) – Uma tragédia é o ponto de partida para esta série. No centro do enredo está Firuze, cujo pai foi preso por ter sido dado injustamente como responsável por um acidente com um elevador que causou várias mortes. Para poder vingar a injustiça feita, Firuze assume uma personalidade falsa, mas ao infiltrar-se na empresa de construção que ignorou os alertas do seu pai, vai descobrir o ex-namorado, Ayaz, de quem nada sabe há muito tempo. Ayaz também esconde os seus próprios segredos, mas os sentimentos do passado não desapareceram. A ser emitida desde 4 de setembro no canal.

Uma Parte de Mim (Kaderimin Yazıldığı Gün, 2014) – A trama centra-se em Defne e Kahraman Yorukhan, um casal rico, mas sem filhos, que se vê pressionado a recorrer a uma forma alternativa para conseguir um herdeiro. A solução passa por recorrer a uma barriga de aluguer e a escolha recai sobre Elf, uma jovem da mesma terra de Kahraman. Em emissão diária no canal.

Netflix

50m2 (2021) – Neste thriller, depois de ser traído pelo patrão, um assassino a soldo esconde-se numa alfaiataria que se encontra vazia. No entanto, é confundido com o filho do falecido dono e acaba por assumir essa identidade.

A Lenda de Shahmaran (Şahmaran, 2023) – A série tem como base uma lenda do folclore curdo e centra-se em Shashu, uma mulher que viaja até Adana, no sul da Turquia, para dar uma palestra e que aproveita a oportunidade para confrontar o avô, que abandonou a família. No entanto, Shashu depressa se vê envolvida numa lenda.

Andropausa (Andropoz, 2022) – A passar pela andropausa, um homem com os seus 50 anos fica obcecado em fazer mudanças na sua vida e decide ir à procura da felicidade. No entanto, vai acabar por fazer asneiras no percurso.

As Vidas Secretas da Família Uysal (Uysallar, 2022) – A viver uma crise de meia-idade, um arquiteto começa a levar uma vida dupla como membro da comunidade punk. Ao mesmo tempo, a sua família – esposa, filhos e pai – também enfrenta os seus próprios problemas. A minissérie conjuga drama e comédia.

Black Money Love (Kara Para Aşk, 2014) – As mortes da noiva de um polícia e de um homem de negócios rico são o ponto de partida para este drama policial. Depois do choque, Omar vai ter de lidar com suspeitas de que a companheira o traía e apercebe-se que há muito mistério relacionado com a sua morte.

Börü (2018) – A minissérie acompanha os membros de uma unidade especial da polícia turca que são destacados para missões arriscadas por todo o país. Depois da série, foi lançado um filme, com o mesmo nome, que dá seguimento à história, mas que não se encontra disponível na Netflix.

Cabeça Quente (Sicak Kafa, 2022) – A trama passa-se num mundo distópico assolado por uma epidemia que se transmite através da comunicação verbal. No entanto, há um linguista imune à doença e isso vai torná-lo alvo de perseguição por parte de uma instituição tirânica.

Club Istanbul (Kulüp, 2021) – Com a cosmopolita Istambul da década de 50 como pano de fundo, este drama acompanha uma mulher com um passado complicado que trabalha numa discoteca, com o objetivo de se aproximar da filha que não pôde criar.


De Quem Fugimos? (Biz Kimden Kaçıyorduk Anne?, 2023) – Esta série, que tem como base um livro, centra-se numa mulher com um passado misterioso e que, juntamente com a filha, vive como fugitiva. As duas, que veem toda a gente como uma possível ameaça, têm como lar os quartos de hotel em que se instalam.

Erşan Kuneri: A Vida e os Filmes (Erşan Kuneri, 2022) – Passada nas décadas de 70 e 80, esta comédia segue um realizador e produtor de renome de filmes eróticos que decide aventurar-se noutros géneros cinematográficos depois de refletir acerca do seu legado.

Ethos (Bir Başkadır, 2020) – Nesta série passada em Istambul, um grupo de pessoas de contexto socioeconómico e cultural muito diferente estabelece uma ligação através de crenças, desejos e medos comuns.

Fatma (2021) – No centro da trama encontra-se Fatma, uma empregada de limpeza cuja vida muda completamente quando o marido, que saiu recentemente da prisão, desaparece. A ligação dele a outros criminosos coloca a vida de Fatma em perigo e então ela vai ter que matar se quiser sobreviver.

Immortals (Yaşamayanlar, 2018) – A primeira série turca de vampiros segue a história de Mia, uma humana que foi transformada em vampira em 1800. Sedenta de vingança, ela vai fazer tudo o que puder para destruir Dmitry, um vampiro que aspira à imortalidade.

Innocent (Masum, 2017) – Uma adaptação de uma peça de teatro, este drama misterioso passa-se numa vila rústica e tranquila onde um polícia reformado e a sua família se veem envolvidos numa teia de segredos.

Intersection (Kördüğüm, 2016) – O triângulo amoroso entre uma pediatra e dois empresários ricos é o ponto de partida para este drama.

Love 101 (Aşk 101, 2020) – Este drama juvenil decorre nos anos 90 e centra-se num grupo de adolescentes marginalizados que se unem para fazer com que a professora preferida se apaixone e tenha um motivo para ficar na cidade.

Meia-Noite no Hotel Pera Palace (Pera Palas’ta Gece Yarısı, 2022) – Num hotel histórico de Istambul que celebra 130 anos de existência, uma jornalista viaja até ao passado e descobre uma conspiração que pode alterar o destino da Turquia de hoje.

O Alfaiate (Terzi, 2023) – Com base em acontecimentos reais, esta série foca-se num jovem e famoso alfaiate que herdou o talento e o negócio de sucesso do avô. Quando este morre, Peyami traz o pai, que tem uma doença mental e um intelecto de criança, para viver com ele em Istambul, um segredo que esconde de todos. Trata-se de uma história de amor e traição, lealdade para com a família e amizades levadas ao limite.

O Voo do Pássaro (Kuş Uçuşu, 2022) – Uma jovem consegue um estágio na redação em que trabalha a experiente pivô que há muito admira. No entanto, não vai demorar muito até que a jovem perceba que a ânsia por visibilidade e a sua própria ambição têm um lado muito obscuro.

The Gift (Atiye, 2019) – Atiye é uma jovem pintora cuja vida perfeita está prestes a mudar quando descobre, nas ruínas do templo Göblekitepe, um símbolo que a liga ao local de forma misteriosa.

The Protector (2018) – A primeira série original turca da plataforma baseia-se num livro e gira em torno de um homem que, depois de descobrir que tem uma ligação a uma antiga ordem secreta, embarca numa missão para salvar Istambul de um inimigo imortal.

Um Novo Eu (Zeytin Ağacı, 2022) – Três amigas acabadas de chegar a uma vila costeira ligam-se ao seu lado espiritual e lidam com traumas por resolver do passado das suas famílias.

Yakamoz S-245 (2022) – A história decorre no universo da série belga Into the Night e no centro da trama está um instrutor de mergulho e biólogo marinho destacado para se juntar a uma missão de investigação a bordo de um submarino. Contudo, uma catástrofe natural obriga a equipa a embarcar num submarino nuclear para conseguir sobreviver.

(Fonte: Séries da TV)

Canal Dizi: Ficção turca no pacote básico da Vodafone Portugal


“Kurt Seyit ve Şura: Istanbul” é uma das muitas séries e telenovelas que os espetadores portugueses podem agora acompanhar no Dizi, na posição 68 da Vodafone. O canal de entretenimento que reúne algumas das melhores produções televisivas ficcionadas turcas, que na Turquia é um serviço de subscrição pago, é uma das novidades do pacote básico da operadora, que inclui 100 canais que não necessitam de TV Box para visualização.

Depois da Bulgária, França, Angola, Moçambique e Cabo Verde, no seguimento do alargamento da parceria entre a ZAP e a SPI International, a empresa do Canal+ reforça a cooperação com a operadora portuguesa com a disponibilização do Dizi. Os subscritores da Vodafone em Portugal já tinham, todavia, acesso a outros conteúdos da companhia através dos canais FightBox, Fast&FunBox, DocuBox, FunBox UHD e Gametoon.

“A disponibilização do Dizi fortalece a nossa parceria com a Vodafone Portugal e, simultaneamente, aumenta a oferta de entretenimento para os espetadores portugueses. Estamos muito entusiasmados e, ao mesmo tempo, curiosos em relação à recetividade”,  refere Georgina Twiss, managing director of Western Europe and Africa da SPI International.

“Esta adição ao nosso portefólio permite-nos diversificar ainda mais a nossa oferta televisiva. Com conteúdo internacional de vários géneros, incluindo séries e telenovelas, este novo canal melhora a experiência de entretenimento dos nossos clientes em casa”, defende também António Margato, consumer marketing director da Vodafone Portugal.

(Fonte: Meios e Publicidade)


O café turco da Espressolab já chegou a Lisboa


A Expressolab acabou de chegar a Portugal. A promessa é representar “uma nova forma de saborear o café”. Para a estreia no País, a marca escolheu começar pela zona da Baixa, em Lisboa.

A empresa abriu a primeira cafetaria em Istambul, na Turquia, em 2014, e desde então tem vindo a expandir-se para diferentes países. Por agora, contam-se 161 lojas em todo o mundo. A 1 de junho abriu, finalmente, no número 242 da Rua da Prata. Ali todos podem entrar, seja para tomar o pequeno-almoço, lanchar, ou até para beber apenas um café rápido (1€).

“O café turco é geralmente uma bebida do estilo de imersão, enquanto o café expresso é baseado em filtro. Isso faz com que o de filtro seja mais limpo no palato, enquanto o de imersão traz consigo mais óleos e uma sensação na boca mais áspera à medida que mais sólidos entram na chávena”, começa por explicar à NiT Renato Correia, diretor de operações.

Para cumprir a promessa, a marca opta por parceiros produtores do Brasil, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Etiópia, Ruanda e Quênia. “Alternamos as nossas ofertas de expresso e filtro com base na época em que os cafés são colhidos em cada país”, revela.

E claro que as máquinas também não podem ser umas quaisquer. “As nossas máquinas de café expresso são todas construídas à mão em Itália pela La Marzocco. Sentimos que oferecem a melhor qualidade e uma extração consistente de café expresso. Já o nosso café turco é preparado com uma máquina Arçelik, fabricada na Turquia.”

O novo spot da capital conta com 122 metros quadrados e uma capacidade para sentar 50 clientes. Se quiser aproveitar o sol de verão, pode sempre ficar num dos 36 lugares da esplanada — enquanto vê o elevador de Santa Justa.

Tal como os restantes espaços da cadeia, a decoração pode ser descrita como acolhedora e minimalista, que prima pelos tons claros e plantas. É o “local ideal” para descansar enquanto prova os cafés (caffe latte 3,50€, o cappuccino 3,50€, o caffe mocha 3,80€, o matcha 3,50€, o pink coffee 4,25€) ou come um dos vários bolos disponíveis, como o brownie de chocolate branco (3,30€).

“Temos uma produção diária, fresca e inovadora e estamos sempre à procura de novas colaborações”, garantiu Renato Correia. Graças a uma parceria estabelecida com o chef pasteleiro Antonio Bachour, a loja terá cinco receitas exclusivas. São elas o biscoito de massa de nozes pecan, o mont blanc, o bachour rocher, o pistachio e bolo de morango e o rocher croissant roll.

“Desde o momento que abrimos a nossa primeira loja na universidade Bilgi de Instambul, em 2014, que temos adquirido uma legião de fãs apaixonados por café. Estamos a trabalhar muito para podermos partilhar a nossa paixão por bom café com o mundo inteiro. Tornamo-nos cada vez mais numa marca global. Temos 161 lojas e, em 2023, pretendemos chegar às 200.”

Rua da Prata 242, 1100-052 Lisboa, Portugal

(Fonte: NIT)

TVI aposta em séries turcas para concorrerem com as novelas da Globo


Espanhol, coreano, inglês ou alemão são apenas algumas das línguas que passámos a ouvir com mais frequência graças ao mundo do streaming. As plataformas têm cada vez mais séries e filmes oriundos de países que não os habituais Reino Unido, Estados Unidos da América ou Brasil — e muitas atingem mesmo o topo das preferências de milhões de espectadores.

A barreira linguística está cada vez mais esbatida e, também por isso, a Media Capital começou a apostar em trazer séries turcas para Portugal. “Mães e Mamãs”, “Kurt Seyit e Shura” passaram a figurar do catálogo da plataforma TVI Player, de acesso gratuito.

A novela “Mães e Mamãs”, foi lançada em 2015 e a ação decorrer nos anos 70 na Turquia. A trama acompanha a relação entre duas mulheres, ambas mães, de estratos sociais distintos. Por um lado temos Kader, oriunda de uma pequena aldeia rural, que vai parar a Istambul sozinha após um acidente. Do outro, Zeliha, uma mulher escolarizada cuja relação com um ativista termina quando este morre. Quando ambas se conhecem-se na capital turca, estão grávidas e sozinhas. O enredo promete muitos momentos melodramáticos, algo a que realizador da novela — igualmente responsável por “Milagre na Cela 7”, já nos habituou. Sim, o filme que foi um dos fenómenos da Netflix durante a pandemia.

A outra série trata-se de “Kurt Seyit e Shura”, nome dos dois protagonistas deste drama histórico. Adaptada de um romance, a narrativa acompanha Kurt Seyit, um jovem tenente turco destacado na Crimeia, e Shura, a herdeira de uma família da nobreza russa. Passando-se durante a I Guerra Mundial, o foco da história está no amor dos protagonistas, proibido neste período.

Afinal, o que justifica a aposta nas produções turcas? “É uma tendência que identificamos no mercado. Há uma maior procura dos utilizadores por este tipo de conteúdos, que estão a concorrer com outros semelhantes, da rede Globo”, conta Inês Rodrigues, gestora de produto da Media Capital, à NiT.

“Apostamos cada vez mais em conteúdos diversificados e exclusivos, procurando parcerias para complementar a nossa oferta”, continua. E ainda que as novelas e séries turcas não sejam propriamente comuns nos canais nacionais, a responsável aponta para uma certa educação do gosto propiciada pelos catálogos de plataformas, como a Netflix, a HBO ou a Amazon Prime. “As pessoas estão cada vez mais disponíveis para consumirem estes conteúdos, desde que tenham qualidade. Mesmo que não dominem o idioma”, sublinha.

Neste momento, é difícil prever qual o grau de adesão do público português a estas séries. Inês Rodrigues, porém, diz que “os resultados têm sido interessantes”. “ É um produto que as pessoas têm de conhecer, porque quando chegam ao Player estão habituadas a ter determinados conteúdos TVI”, explica. No entanto, afirma que são produções “onde as pessoas acabam por ‘cair’ e ficar”.

A Media Capital, de resto, não é a única empresa a fazer esta aposta. Em 2021, a MEO lançou o Dizi Channel, canal de séries e novelas turcas. E a SIC Mulher também já fez um forte investimento neste mercado. Além de emitir as séries “Gülperi” e “Mother”, já transmitiu produções como “Meu Pai, Meu Herói” e “The Boy”.

(Fonte: Nit)

Hayriye Yalçin: A chef que trocou Ancara por Lisboa


Viajou por toda a Turquia para conhecer a diversidade da sua cozinha, do famoso şiş kebap feito em Adana até à baklava de Gaziantep. Vive em Portugal desde 2019.

O segredo do şiş kebap é a carne ser cortada em pedaços muito pequenos, juntando-se um pouco de gordura e misturando-se tudo muito bem. Sempre com as mãos. Adiciona-se especiarias, mas não demasiadas, pois não se quer perder o sabor da carne", explica Hayriye Yalçin, chef turca a viver há quatro anos em Portugal, referindo-se a um dos pratos mais típicos da gastronomia do seu país. Comento que estive há umas semanas em Adana, com fama de ter o melhor şiş kebap, e a chef Hayriye confirma que sim, que essa cidade do Sul da Anatólia é mesmo a mais reputada na arte de fazer os pequenos rolos de carne picada que vão à grelha. "Não confundir com o döner", aquilo que na Europa Ocidental muitas vezes chamamos de Doner Kebab, a carne que vai rodando num espeto, assando aos poucos, e fatiada na hora de servir.

Nascida em Ancara, a capital turca, Hayriye foi especialista de emergência médica, enfermeira, trabalhou numa farmacêutica também, foi igualmente gestora de vendas. Mas houve um momento da vida em que se decidiu pela paixão de sempre: a cozinha. "Sempre gostei de cozinhar. Aprendi muito com a minha mãe e depois viajei por toda a Turquia para conhecer a gastronomia de cada região. Temos muita diversidade, muitas influências culturais ao longo da história, por exemplo árabe e arménia, e isso reflete-se na nossa comida", sublinha.

Prestes a celebrar o primeiro centenário, a República da Turquia é herdeira do Império Otomano, que existiu durante seis séculos e se estendia por Europa, Ásia e África. Ainda hoje, as fronteiras turcas vão dos Balcãs ao Cáucaso, do mar Negro aos confins da Síria, do Iraque e do Irão, o que se reflete na extrema diversidade das tradições gastronómicas. "Por exemplo, em Adana, onde estudei na universidade, a carne domina, sobretudo a de borrego, mas em Istambul e na costa do Egeu, como em Izmir, come-se muito peixe, muitos produtos do mar. Noutras partes da Anatólia, são os vegetais que dão origem a pratos deliciosos", acrescenta a chef, no final de uma apresentação sobre a Cozinha de Hatay promovida pelo embaixador turco em Lisboa, Murat Karagöz, na residência oficial. "A província de Hatay é vizinha da Síria e tem naturalmente uma cozinha turca influenciada pela cultura árabe", diz Hayriye, que preparou várias receitas regionais.

Durante a apresentação, Hayriye mostrou como se preparam os pratos dados a provar. O segredo dos deliciosos sabores da gastronomia turca está nos pormenores da confeção, mas igualmente na qualidade dos ingredientes. A forma como preparou o şiş kebap encantou a assistência, um misto de convidados portugueses, vários embaixadores acreditados em Lisboa e membros da comunidade turca. A chef chegou a trabalhar em alguns restaurantes em Portugal, como o Midori (que tem uma estrela Michelin), mas agora atua de uma forma mais intimista, indo a casa de quem quer oferecer um pequeno-almoço ou um jantar de comida turca aos amigos, e preparando tudo para uma refeição diferente, uma experiência de cozinha da Anatólia. Aos 34 anos, confessa que vive finalmente o sonho de criança: cozinhar.

Conhecido pela tradição de hospitalidade - um dos trunfos do turismo, a par das praias e dos impressionantes monumentos históricos -, a Turquia destaca-se também na doçaria, uma arte que a chef Hayriye confessa dominar, o que nos dá o mote para falarmos da baklava, massa com pasta de nozes, banhada em mel e que pode ter pistácios ou avelãs. "É o doce mais popular, mas a forma como é feito varia de região para região. Umas vezes é cozido, outras é frito. Mas os ingredientes são os mesmos. E Gaziantep tem a melhor baklava", explica a chef turca, que aconselha também a experiência do chá e do café turco.

País de maioria muçulmana mas com uma tradição laica, a Turquia produz vinho e cerveja e ainda o típico Raki. Mas há também uma bebida não alcoólica muito apreciada, o ayran, "uma mistura de iogurte, água e sal servido muito fresco". Digo à chef que provei ayran em Adana, a acompanhar o şiş kebap, e é realmente refrescante e vai muito bem com a carne grelhada. "E não esquecer de acompanhar com um ou dois lokum quando beber um café turco", lembra Hayriye, entre risos, referindo aos cubos chamados de delícia turca, com consistência de geleia e cobertos por açúcar em pó. Nos seus planos, acrescenta a chef, está a abertura em Lisboa de um restaurante turco que se chamará Aheste e ficará na zona de São Bento.

(Fonte: DN)