quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
A Hora da Turquia no 27.º Festroia
"O cinema turco contemporâneo está a viver um extraordinário momento de afirmação e reconhecimento internacional. Isto não acontecia desde que o solitário "Yol", de Yılmaz Güney (1937-1984), ganhou surpreendentemente a Palma de Ouro em Cannes em 1982, e Ömer Kavur (1944-2005), estreou "The Hidden Face" ("Gizli Yüz", 1991). Curiosamente um filme feito a partir do romance "Os Jardins da Memória", com argumento do próprio escritor Orhan Pamuk, (Prémio Nobel da Literatura 2006).
Esta grande notoriedade deve-se à intensa promoção feita pelo cinema turco nos mercados do filme, e à sua participação nas secções oficiais dos grandes festivais e mostras internacionais. E depois, pela sua qualidade, que tem sido consagrada nos prémios ganhos e nos palmarés. Em 2010, "Bal" (Honey), de Semih Kaplanoğlu ganhou o Urso de Ouro na Berlinale, e "Çoğunluk" (Majority), do jovem Seren Yüce, foi Leão do Futuro na Giornate degli Autori, da última Mostra de Veneza. No entanto, há alguns anos que a crítica especilizada descobriu grandes cineastas-autores turcos como, Semih Kaplanoğlu, Zeki Demirkubuz ("Kıskanmak", 2009), entre outros, que vamos ter oportunidade de descobrir melhor, e principalmente a obra notável de Nuri Bilge Ceylan ("Os Três Macacos", 2009). Ceylan é uma figura incontornável do cinema europeu, e uma presença constante nos grandes festivais internacionais (Berlim, Cannes e Veneza).
O interesse internacional pelo cinema turco, (numa altura em que se discute a entrada da Turquia na UE, e no rescaldo de Istambul Capital Europeia da Cultura 2010) passa inclusive pela sua capacidade de exprimir as grandes questões e mudanças da sociedade turca contemporânea, com as suas contradições políticas, sociais, culturais e religiosas, no seu avanço para uma aproximação à Europa ocidental, e na ponte que faz com o Oriente islâmico. Esta realidade é expressa igualmente, nas obras de cineastas de origem turca que vivem em outros países, como Fatih Akın ("Soul Kitchen", 2009), na Alemanha, ou Ferzan Özpetek ("Uma Família Moderna", 2009), em Itália.
Por estas razões, o Festroia, em colaboração com a Embaixada da Turquia em Lisboa, decidiu fazer esta retrospectiva do cinema turco, destacando uma filmografia com uma longa história e tradição. Mas sobretudo, uma filmografia com um impressionante e complexo presente, que é importante descobrir mais de perto, porque é diversa e rica em filmes para todos os gostos e géneros." José Vieira Mendes
O Festroia apresentará 20 filmes turcos nesta edição, e estará presente uma delegação turca de 11 talentos representando os seus filmes: Zeki Demirkubuz, Nurhayat Demirkubuz, Derya Alabora, Güven Kiraç, Selim Demirdelen, Taner Birsel, İlknur Birsel, Ahmet Boyacıoğlu, Ayberk Pekcan, Muharrem Gülmez e Şerif Sezer.
Segue-se a lista dos filmes turcos que fazem parte da edição deste ano do Festival Internacional de Cinema Festroia, que vai decorrer de 3 a 12 de Junho, em Setúbal.
HAIR (SAÇ, 2010) de Tayfun Pirselimoğlu 131'
Primeiras Obras:
BLACK & WHITE (SİYAH BEYAZ, 2010) de Ahmet Boyacıoğlu 90'
Homenagem a um País - Turquia:
Longas-metragens
THE ROAD (YOL, 1982) de Şerif Gören 114'
MOTHERLAND HOTEL (ANAYURT OTELİ, 1987) de Ömer Kavur 101'
INNOCENCE (MASUMİYET, 1997) de Zeki Demirkubuz 110'
DESTINY (KADER, 2006) de Zeki Demirkubuz 103'
INTERNATIONAL (BEYNELMİLEL, 2006) de Sırrı S. Önder e Muharrem Gülmez 105'
AUTUMN (SONBAHAR, 2008) de Özcan Alper 99'
PANDORA'S BOX (Pandora'nın Kutusu, 2008) de Yeşim Ustaoğlu 112'
THE CROSSING (KAVŞAK, 2010) de Selim Demirdelen 95'
Curtas-metragens
VOL (2009) de Hüseyin Bulut 2'
AYSEGÜL IN REBELLION (AYŞEGÜL İSYANDA, 2009) de Aylin Kuryel e Zeyno Pekünlü 7'
…IT HAPPENS (2009) Arda Uysal 5'
MALFUNCTION (2009) de Ayce Kartal 8'
MOVE YOUR DIRTY EYES OFF (2009) de Efe Conker 18'
FOTOGENY (2009) de Sertaç Yüksel 4'
A SO CALLED LOVE STORY (2009) de Ceylan Özgün Özçelik 15'
KOZA (1995) de Nuri Bilge Ceylan 20'
LOOKS BETTER (2009) de Zeynep Arslanpay 6'
FISHERMAN (2009) de Mustafa Barış Çorak 20'
Pode consultar o programa aqui.
(Fonte: Festroia / Embaixada da Turquia em Portugal)
sábado, 28 de maio de 2011
Cultura turca anima o coração do Porto
A Praça Gomes Teixeira vestiu-se, esta sexta-feira, com os trajes, cores e melodias que caracterizam a Turquia, para a inauguração do 5.º Festival da Tulipa e do Cravo. O objectivo foi, através do multiculturalismo, "aproximar a cultura portuguesa e turca, levando-a para mais perto das pessoas", explicou a colaboradora da Associação de Amizade Luso-Turca, Maria Vasquez.
A Turquia apresentou o seu artesanato, música e dança tradicional, juntando o fado português à festa turca.
A arte ebru foi das que mais impressionou quem passou pelo festival. Esta arte pode definir-se simplesmente como "pintar sobre água", como explica o artesão. "Nós conseguimos desenhar sobre água tal como os mosquitos conseguem andar sobre água," compara. Mas, para usar a água como tela, é preciso algo quase mágico, como um "pó especial", que a torna "mais viscosa".
O desenho é feito na água com tintas, depois é passado para papel.
Com origem na Ásia Central, a arte ebru tem mais de 1000 anos e representa uma "forte relação do povo turco com a natureza", que é fonte de "inspiração". Aliás, os materiais de pintura são feitos de "terra e plantas". "Quando olhamos para a natureza com olhos de ver, conseguimos criar uma imagem linda," garante o artesão.
Além da relação com a natureza, a arte ebru mantém também uma forte ligação à religião islâmica. No islamismo crê-se que todos os seres vivos têm origem na água e, por isso, o artesão confessa que só consegue desenhar "coisas vivas", realçando que, tal como “no mundo não há duas caras iguais, na arte ebru, não há desenhos iguais."
Associação da Amizade Luso-Turca promove "tolerância, paz e convívio"
A singularidade da arte ebru seduziu Manuela Borges. "Achei as pinturas muito giras", conta. Para a visitante, "o intercâmbio entre culturas é muito interessante". Também Maria de Fátima Silva ficou fascinada com a "visita à cultura turca, que é riquíssima e muito variada". "Tudo aquilo que seja feito para promover a amizade e o respeito mútuo são coisas que devemos realmente preservar," defende a visitante. Para Maria de Fátima Silva, é importante "conhecer, apreciar e respeitar" as outras culturas.
E a cultura turca é "uma cultura milenária", afirma Maria Vasquez. A colaboradora da associação sublinha que a cultura da Turquia promove a "tolerância, a paz e o convívio com a comunidade cristã, judeus e muçulmanos". "É um exemplo, não só para Portugal, mas também para os países árabes que vivem actualmente conflitos difíceis," refere.
Além de Turcos e Portugueses, a interculturalidade deste espaço também atraiu turistas que, ao visitar o Porto, ficaram ainda a conhecer um pouco da Turquia.
A 5.ª edição do Festival da Tulipa e do Cravo é organizada pela Associação da Amizade Luso-Turca, que pretende divulgar a Turquia, e conta com o apoio de entidades como a Universidade do Porto (UP) e da Câmara Municipal do Porto (CMP).
Camané em Istambul
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Crochet de Nallıhan (Nallıhan İpek İğne Oyaları)
A Rota da Seda passava pela Anatólia e por Nallıhan, o que explica o facto de uma das suas principais actividades ser a produção de bichos-da-seda, o que favoreceu o desenvolvimento de artesanato feito com seda, uma imagem de marca de Nallıhan. Para além do seu papel de adorno, está imbuído de mensagens transmitidas através das cores utilizadas e dos motivos representados, que podem ser diversos tipos de plantas e flores, seres humanos e animais. Alguns desses motivos são a margarida, milho, jacinto, folha de carvalho, borboleta, amêndoa, limão, banana, cereja, estrela, entre outros. Cada motivo tem um significado e pode expressar diferentes emoções como amor, dor, fúria, desapontamento, alegria...
Nallıhan tem um museu (Ayhan Sümer Kültür Merkezi) dedicado a esta arte que retrata as emoções escondidas das mulheres da Anatólia.




















Ayhan Sümer Kültür Merkezi, Nallıhan, Ancara.
domingo, 22 de maio de 2011
5.º Festival da Tulipa e do Cravo
"O objectivo do 5ª Festival da Tulipa e do Cravo é promover a Turquia e a sua riqueza e diversidade cultural, construindo uma ponte de amizade entre Portugal e a Turquia através da educação e da compreensão.
Queremos contribuir para a riqueza cultural de Portugal, sensibilizar para a cultura turca e dar a conhecer a sua importância no contexto mundial.
Apresentamos artistas locais e internacionais que utilizam estilos pouco conhecidos do público português, dando-lhes a oportunidade de partilharem as suas técnicas e criações. Neste espaço de encontro, convidamos todos a experimentarem uma semana dedicada à Turquia, onde se poderá assistir a danças folclóricas, ouvir música tradicional turca e conhecer as artes manuais, como a caligrafia turca, a espectacular arte Ebru e os azulejos Çini." - Associação de Amizade Luso-Turca.
Programa:
22 de Maio
Das 11.00h às 19.30 horas
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Zeybek)
Ney Bendir
Folclore (Halay)
Arte do Japão
Folclore (Potpori)
Çocuklar
Folclore (Caucasiano)
Fado
23 de Maio
Das 11.00 horas às 19.30 horas
Folclore (Mar Negro)
Saz (Guitarra turca)
Abertura - com a presença do Embaixador da Turquia, do Japão e da Hungria em Portugal
Folclore (Halay)
Arte do Japão
Folclore (Caucasiano)
Folclore (Potpori)
24 de Maio
Das 11.00 horas às 19.30 horas
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Zeybek)
Ney Bendir
Folclore (Potpori)
Arte do Japão
Folclore (Caucasiano)
Câmara Municipal do Montijo
21.15 Ebru
21.35 Folclore (Mar Negro)
21.50 Ney Bendir
22.10 Folclore (Caucasiano)
22.20 Arte Japonesa
22.40 Folclore (Halay)
22.50 Saz (Guitarra turca)
23.10 Folclore (Potpori)
23.20 Fim
25 de Maio
Das 11.00 horas às 19.30 horas
Folclore (Mar Negro)
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Zeybek)
Ney Bendir
Folclore (Halay)
Arte do Japão
Folclore (Potpori)
Folclore (Caucasiano)
Fado
26 de Maio
Das 11.00 horas às 19.30 horas
Folclore (Mar Negro)
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Zeybek)
Ney Bendir
Folclore (Caucasiano)
Arte do Japão
Folclore (Potpori)
19.30 Folclore (Zeybek)
19.45 Ebru
20.05 Folclore (Mar Negro)
20.20 Ney Bendir
20.40 Folclore (Caucasiano)
20.50 Arte Japonesa
21.10 Folclore (Halay)
21.20 Saz (guitarra turca)
21.40 Folclore (potpori)
21.50 Fim
27 de Maio
Das 11.00 horas às 19.00 horas
Ney Bendir
Folclore (Halay)
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Potpori)
Fado
21.30 Folclore (Zeybek)
22.00 Saz (Guitarra turca)
22.15 Folclore (Caucasiano)
22.30 Ney
22.45 Fado
28 de Maio
Das 11.00 horas às 19.30 horas
Ney Bendir
Folclore (Halay)
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Potpori)
Fado
22.00 Saz (Guitarra turca)
22.15 Folclore (Caucasiano)
22.30 Ney
22.45 Fado
29 de Maio
Das 11.00 horas às 19.30 horas
Folclore (Mar Negro)
Folclore (Caucasiano)
Ney Bendir
Folclore (Potpori)
Saz (Guitarra turca)
Folclore (Zeybek)
Fado
22.00 Ney Bendir
22.15 Folclore (Caucasiano)
22.25 Saz (Guitarra turca)
22.40 Fado
22.55 Folclore (Mar Negro)
30 de Maio
Das 11.00 às 15.00 horas
Ney Bendir
Folclore (Potpori)
Fado
15.35 Ney Bendir
15.50 Folclore (Caucasiano)
16.20 Saz (Guitarra turca)
16.35 Fado
16.55 Folclore (Potpori)
Universidade Católica
22h00 Ney Bendir
22.15 Folclore (Caucasiano)
22.30 Saz (Guitarra turca)
22.45 Fado
(Fonte: Associação de Amizade Luso-Turca)
A Semana de Cinema em Língua Portuguesa
O evento foi organizado pelas Embaixadas de Portugal e do Brasil na Turquia, e contou com quatro filmes portugueses e três filmes brasileiros.


A representante da Embaixada do Brasil e o Conselheiro da Embaixada de Portugal, Paulo Patrício Mendes, fizeram a apresentação da iniciativa no dia 9 de Maio.

Seguiu-se a projecção do primeiro filme, a longa metragem "Ossos"(1997), de Pedro Costa.





quarta-feira, 18 de maio de 2011
14.º Festival Internacional de Cinema Feminino

O Festival Uçan Süpürge (Vassoura Voadora), é um festival internacional de cinema que apresenta longas metragens, curtas metragens e documentários realizados por mulheres. Decorre todos os anos, por esta altura, em Ancara.
De 5 a 12 de Maio, no cinema Kızılırmak, no Instituto Göethe e nas Universidades Hacettepe e ODTÜ, foram apresentados trabalhos de realizadoras de vários países, nomeadamente da Alemanha, Suiça, Bélgica, Dinamarca, Irão, Polónia, Húngria, Áustria, França, Venezuela, Finlândia, Espanha e Turquia.
"Poder", o tema deste ano, "Cada um tem uma Cor Diferente", "Um Bilhete de Ida", "Crianças Noivas", "Projecção Especial", "Selecção de Documentaristas", "Documentários", "Curtas Metragens" e "Filme de Abertura", foram as categorias do festival.
O "Filme de Abertura" foi "Ayrılık", de Feo Aladağ, vencedor de vários prémios, nomeadamente o Prémio Lux de Cinema do Parlamento Europeu.
A categoria "Poder" integrou os filmes, "The Hairdresser", de Doris Dörrie; "Animal Heart, de Séverine Cornamusaz; "My Queen Karo" de Dorothée Van Den Berghe; "The Experiment", de Louise N. D. Friedberg; "Vision", de Margarethe Von Trotta, e "The Last Report on Anna", de Marta Meszaros.

"The Hairdresser", de Doris Dörrie.
A secção "Cada um tem uma Cor Diferente", apresentou filmes a concurso. Todos os anos, A Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI), forma um júri que escolhe um filme vencedor nesta categoria. Este ano, o filme escolhido, foi o filme da realizadora turca, Belma Baş, "Zefir". Este filme já tinha recebido o Prémio de Melhor Argumento no Festival de Cinema de Istambul, entre outros.

Belma Baş esteve presente no final das duas apresentações do filme para responder a perguntas da audiência. Esteve acompanhada pelos seus pais, que também são actores no filme.

Belma Baş (esquerda) acompanhada pelos pais.

"Between Two Fires", de Agnieszka Lukasiak.
"Even the Rain", de Iciar Bollain.
"Payback", de Tahmineh Milani.
A realizadora iraniana Tahmineh Milani (direita), acompanhada pela actriz principal (esquerda) do seu filme "Payback", e de um tradutor (direita), respondeu a perguntas da audiência após a projecção do filme.
O Uçan Süpürge não é só um festival de cinema, tem também projectos e iniciativas de combate à discriminação das mulheres. Um desses projectos tem a ver com os casamentos forçados de crianças, e chama-se "Crianças Noivas". Nesse âmbito, foram realizadas projecções de filmes e entrevistas em 54 cidades da Turquia. Nesta edição do festival, esse assunto foi título de uma das secções do festival, com filmes, maioritariamente curtas metragens, subordinadas a esse tema.
A "Projecção Especial" coube ao filme turco "Atlıkarınca" ("Carrossel), de İlken Başarır, que aborda o incesto.
A secção "Um Bilhete de Ida", integrou um filme, "Little Soldier", de Annette K. Olsen, e dois documentários: "Bride Trafficking Unveiled", de Joel Mishcon, e "The Girls of Phnom Penh", de Matthew Watson. Estes dois últimos nomes foram a excepção masculina, mas retrataram nos seus documentários temas marcadamente femininos.
A "Selecção de Documentaristas" apresentou "Budrus", de Julia Bacha; "The Moon Inside You", de Diana Fabiánová; "War and Love in Kabul", de Helga Reidemeister, e "Lady of no Fear", de Anne Gyrithe Bonne.
A categoria "Documentários", mostrou "Africa Rising", de Paula Heredia; "A Baloon Sent to Allah", de Nefise Özkal Lorentzen; "Warriors" de Montse Pujantell; "Tea and Justice", de Ermena Vinluan; "Auf Wiedersehen Finnland", de Virpi Suutari; " Women no Pause", de Paula Palacios; "Pink Saris" de Kim Longinotto; "70-89-90 Innocent, Insolent, Enticing" de Melek Özman; "We Insist on Peace", de Melek Ulagay Taylan; "One Step Beyond", de Tülin Dağ, e "In Mamak Prison", de Sezgin Türk.
Foram ainda apresentadas 13 curtas metragens: "A Stranger's Face", de Shani Ifrach; "Jumping", de Isabel Gaudí; "The Cortege", de Marina Seresesky; "Tales of the Defeated", de Yael Reuveny; "Who is Bleeding", de Jessica Laurén; "Tord and Tord", de Niki Lindroth Von Bahr; "Lesson", de Nóra Richter; " "Little Children, Big Words", de Lisa James Larson; "Overflow", de Tamar Linder; " Sleepy Revolution", de Johanne Fronth-Nygren e Klara Swantesson; "Subway Harmonies", de Leah Cameron; "1-2-3", de Nazlı Deniz Güler, e "Women at Tekel Resistance", de İdil Soyseçkin e Cevahir Özgüler.
Para além de Belma Baş e de Tahmineh Milani, o festival teve outras convidadas de honra, como, Prakriti Maduro, protagonista de "Habana Eva", Paula Palacios, que aborda o tema da menopausa no seu documentário, Vanja d'Alcantara, e Efua Dorkenoo, uma voz activa contra a mutilação genital feminina.
O Prémio de Honra foi atribuído à actriz Derya Alabora, e os Prémios de Carreira Bilge Olgaç foram entregues à actriz Deniz Türkali e à cantora Handan Kara.
domingo, 15 de maio de 2011
O Tributo a Saramago em Ancara

O discurso de abertura, pela embaixadora de Portugal em Ancara, Luísa Bastos de Almeida.
A conferência: "José Saramago: A Obra, O Homem, A Linguagem"

Os três oradores: Mário Tiago Paixão, Margareth Perucci e M. Necati Kutlu.

M. Necati Kutlu traduziu o livro de Saramago "Intermitências da Morte" ("Ölüm Bir Varmış Bir Yokmuş"), do Espanhol para o Turco, e a sua apresentação centrou-se sobretudo nessa sua experiência e na visita de Saramago e Pilar a Istambul em 2007.


Dedicatória de José Saramago a M. Necati Kutlu.

Dedicatória de Pilar a M. Necati Kutlu.

A exposição: "José Saramago"



Cenas da visita de José Saramago e Pilar del Rio a Istambul em 2007.




Veja também: Homenagem a José Saramago em Ancara.





